O e t e r n o f e m i n i n o
Preencha o formulário abaixo e envie para a Amália com seu texto, idéia, frase ou link sobre feminilidade. A gente publica.
C a m i s a s n o A N o v i d a d e i r a

Pode clicar na imagem acima para dar uma espiadinha...
4 de maio de 2009
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A f e m i n i l i d a d e . . .

Caderno Vitrine, jornal Correio do Povo, Porto Alegre
24 de janeiro de 2009
Clique na imagem acima para ler a matéria
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C o m o n o s t e m p o s d a v o v ó

Jornal ZH Bela Vista, Porto Alegre
5 de dezembro de 2008
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A m á l i a n o V i t r i n e, d e n o v o

Caderno Vitrine, jornal Correio do Povo, Porto Alegre
2 de agosto de 2008
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F a c e i r i c e d e p o r t a é s h o w !

Clique na imagem acima e veja o que está saindo sobre as faceirices...
19 de junho de 2008
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A m á l i a p r e s e n t e n o V i t r i n e


Caderno Vitrine, jornal Correio do Povo, Porto Alegre
14 de junho de 2008
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S a í m o s n o R a d a r 5 5

Clique na imagem acima para ler a nota no blog
21 de maio de 2008
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A s n u v e n s e s t ã o f a c e i r a s
Elma Kristensen, psicóloga, nos deixou hoje, mas junto com ela levou muito charme lá para as nuvens. Uma vez conversávamos e ela disse: “a Amália é faceira!” E desta sabedoria nasceram as faceirices da Amália. Acreditamos que desde hoje a Amália Berto e a Elma Kristensen devem ter se encontrado, e além de deixarem tudo lá em cima mais chique, charmoso e faceiro, elas devem também estar conversando sobre as faceirices daqui de baixo. Estejam com Deus e conosco também. Faceiras. Sílvia Koch, 14 de maio de 2008
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P ó d e E s t r e l a

10 de maio de 2008
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A F e r n a n d a r e c o m e n d a

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S a í m o s n o A N o v i d a d e i r a

Pode clicar na imagem acima para dar uma espiadinha...
22 de abril de 2008
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Ser feminina é também estar usando uma peça mesmo que seja customizada e sentir que é uma roupa de grife famosa. O importante é a confiança numa boa costureira. Sirlei Soares, que não sai de casa sem perfume nem sem brincos, 2008
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Jornal Zero Hora, Porto Alegre
rsvip, Mariana Bertolucci
28 de novembro de 2007 |
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O eterno feminino se traduz na delicadeza da alma e das atitudes, é o que nos salva da bárbarie. Amo uma frase de Drumond: “E como ficou chato ser moderno, agora serei eterno” (penso que traduz o espírito da Amália). Maria Laura Mazzaferro Firmino,
que
não sai de casa sem perfume nem sem brincos, 2007
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“Mesmo que escondido, o romantismo é a invariante do ser feminino. E, hoje, quando exposto, parece tolo. Mas o
que seria deste mesmo tempo se não tivéssemos os nossos sonhos? De certo, a loucura nos abraçaria – que ela, então, venha com mais magia e doçura.”
Neka Machado, 2007 |
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E t e r n a
São peças muito boas, disse à mulher. Mas eram muito mais do que boas. Todas em tons escuros, sóbrias e muito femininas. Tantos anos atrás do balcão de uma loja de roupas usadas. Roupas finas, era o que estava escrito do lado de fora da vitrine. Mas nunca tinha visto um lote como aquele. O casacão, de uma lã grossa e macia de excelente qualidade, especialmente, o fez vibrar por trás da frieza dos olhos azuis e do rosto de águia. Reacendeu, instantaneamente, sua paixão por roupas, especialmente as femininas, e pelos vestígios de vida que invariavelmente continham. Era como se ativassem um processo automático de criação de imagens em sua mente, pequenos filmes que ele imaginava meio que instantaneamente, como se de repente tivesse acesso a lembranças alheias.
As roupas tinham o cheiro suave de um guarda-roupa acostumado a tecidos delicados e bons perfumes. Um par de meias de seda transparente, com costura atrás e alguns bordados tipo renda, ainda trazia a impressão da marca no reforço de cima. Parecia ser francês.
De que mulher teriam sido aquelas roupas? Daquela que estava do outro lado do balcão, certamente não eram. Essa era uma mulher pequena, meio gordinha, devia ter um pouco mais do que cinqüenta anos e tinha um ar maternal. Só se fosse a criada, pensou ele. Talvez um tipo de dama de companhia? Pela idade aparente das roupas, eram de uma mulher que poderia ter, se ainda fosse viva, até uns 80 anos.
Resolveu fazer algumas perguntas, mas a mulher pareceu insegura ao responder. “Ela morreu há pouco tempo, eu cuidava dela. O senhor se interessa pelas roupas? Quanto poderia pagar?”
No momento ele se interessava mais em descobrir de quem eram, pois os filmes, que não paravam de passar em sua mente, em flashes muito rápidos que ele já nem se preocupava mais em controlar, mostravam uma mulher muito singular, muito bonita, e definitivamente cheia de vida.
A que estava em sua frente quis abreviar ao máximo a visita, acertar o preço logo e ir embora. Parecia haver urgência no que fazia, como se alguém a esperasse lá fora. Ela dava a impressão de não querer ser vista naquela situação, vendendo aquelas roupas. Mas por que, se era uma mulher tão comum? Teria assim tanto orgulho para não poder ser vista vendendo roupas usadas para conseguir um pouco de dinheiro?
Acabou sendo um ótimo negócio, pois a mulher aceitou o primeiro valor que ele sugeriu pelo lote todo e foi embora o mais rápido possível.
Ele, logo depois de guardar o dinheiro e registrar a venda, teve um ímpeto repentino de sair porta a fora e seguir a mulher. E se a dona das roupas a esperasse ali por perto?
Se ela estivesse por ali, ele poderia conhecer sua figura, observar as linhas do seu rosto, seu colorido, o tom dos olhos e o dos cabelos. Poderia imaginar como essa figura se transformaria para caber nas roupas da personagem do que certamente seriam os melhores filmezinhos de toda a sua vida.
Helena Peixoto S. Moraes, 2007 |